Professora mantém museu no sertão de Umarizal
sábado, 24 de setembro de 2011 às 18:29
Preservar objetos antigos, colecionar e relacionar fatos históricos são atividades que fazem parte da rotina de muitas pessoas que gostam de manter vivo o passado. O prazer em ser o proprietário de um objeto raro ou ser possuidor de um documento único vem conquistando cada vez mais simpatizantes.
No Rio Grande do Norte, por exemplo, algumas regiões vêm se destacando nessa modalidade, como o museu particular existente no Sítio Lagoa da Taboa, zona rural de Campo Grande, de propriedade do marinheiro aposentado Alberto Vieira Liberato, 67 anos, onde estão reunidas verdadeiras relíquias de várias partes do mundo. Recentemente divulgado em matéria neste diário.
Outro museu particular que também vem chamando a atenção de visitantes de outros Estados do Brasil é a casa da professora aposentada Sônia Onofre Pereira de Melo, 65 anos, localizada na fazenda Lagoa do Serrote, zona rural do município de Umarizal, Médio-Oeste potiguar. O local, de longe, já expõe um belo visual que mistura arte, cultura e história.
A proprietária prefere não se referir a sua casa como um museu particular, mas admite que o prazer em reunir objetos antigos é uma tarefa incansável que pretende desenvolver até o fim dos seus dias.
“Sempre gostei de guardar coisas antigas e como tive a oportunidade de adquirir objetos raros que pertenceram a minha família tenho o maior orgulho de preservá-los”, ressalta.
Sônia tem a seu favor uma família de renome no Rio Grande do Norte, o que facilita o seu trabalho de reunir documentos históricos. É filha do juiz Manoel Onofre de Souza (falecido), nome dado a cadeia pública de Mossoró.
Outro ponto que incentivou a colecionadora foi a casa onde guarda todas as relíquias, que é onde toda a sua família morou e que ela consegue manter com os mesmos padrões arquitetônicos de quase dois séculos.
Fonte: Gazeta do Oeste
Assinar:
Postar comentários (Atom)




0 comentários:
Postar um comentário