Presidente argentina, Cristina Kirchner, está com câncer na tireoide e será operada
A presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, tem câncer na tireóide e será submetida a uma cirurgia no dia 4 de janeiro, informou o porta-voz do governo nesta terça-feira (27).
"Foi detectada a existência de um carcinoma papilar no lobo direito da glândula da tiróide", disse o porta-voz presidencial Alfredo Scoccimarro.
Ele acrescentou que "se constatou a ausência de compromissos nos gânglios linfáticos e a inexistência de metástase", o que significa que não se espalhou.
A intervenção cirúrgica requer 72 horas de internação e 20 dias de recuperação.
A presidente pegará licença de 20 dias, até 24 de janeiro, período em que exercerá a Presidência o vice Amado Boudou, completou o porta-voz.
"Se for tudo assim como o comunicado oficial, não deve ter outro problema. A doença está localizada", disse o oncologista Mario Bruno ao canal de televisão TN.
Cristina Kirchner, de 58 anos, foi reeleita em outubro com 54% dos votos para um segundo mandato.
G1
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| Cristina Kirchner durante cúpula do mercosul em dezembro. (Foto: AFP) |
A presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, tem câncer na tireóide e será submetida a uma cirurgia no dia 4 de janeiro, informou o porta-voz do governo nesta terça-feira (27).
"Foi detectada a existência de um carcinoma papilar no lobo direito da glândula da tiróide", disse o porta-voz presidencial Alfredo Scoccimarro.
Ele acrescentou que "se constatou a ausência de compromissos nos gânglios linfáticos e a inexistência de metástase", o que significa que não se espalhou.
A intervenção cirúrgica requer 72 horas de internação e 20 dias de recuperação.
A presidente pegará licença de 20 dias, até 24 de janeiro, período em que exercerá a Presidência o vice Amado Boudou, completou o porta-voz.
"Se for tudo assim como o comunicado oficial, não deve ter outro problema. A doença está localizada", disse o oncologista Mario Bruno ao canal de televisão TN.
Cristina Kirchner, de 58 anos, foi reeleita em outubro com 54% dos votos para um segundo mandato.
G1

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