quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

A mulher e a religião- Parte I

Durante alguns dias, esse blog irá escrever um pouco sobre esse tema. Católico, evangélico, afro-brasileiro-em que segmento a mulher tem mais espaço, voz e poder? Como as igrejas vêem o corpo, a sexualidade e a capacidade feminina de instruir e administrar um rebanho?

Embora as doutrinas se alterem no embalo da cultura e da história, é senso comum que homem e mulher são a imagem  de Deus. Mas são as mulheres que, na verdade, animam a fé em todos os credos. "Quem instrui os homens para a espiritualidade, desde o nascimento, são elas, as catequistas, as zeladoras da vida religiosa", afirma o teólogo Inácio Strieder, da Universidade Federal de Pernambuco. "O homem, muitas vezes, possui apenas o entendimento espiritual que aprendeu nos joelhos da mãe".No entanto, a representação do feminino, o lugar que a mulher ocupa na hierarquia das igrejas e a sua opinião estão, quase sempre, a reboque do homem.

                                  PODER
IGREJA CATÓLICA- A mulher não tem acesso aos poderes sacerdotais e não assume postos de comando, como os de bispo, cardeal e papa, porque pesa contra ela um episódio narrado  no livro do GÊNESIS, do VELHO TESTAMENTO; Eva induziu Adão ao pecado."Em outras palavras, significa que a mulher, que motivou a expulsão da humanidade do paraíso, é considerada culpada pelos males de toda ordem. Hoje, uma ministra já pode celebrar a missa, batizar e realizar casamentos.

RELIGIÕES EVANGÉLICAS- Os primeiros postos cabem aos homens-é o pastor(e chefe de família) quem dá o norte ao rebanho. A justificativa estaria no NOVO TESTAMENTO; não havia mulher entre os 12 apóstolos de Jesus. "Das ramificações evangélicas, as mais restritivas são as igrejas Presbiteriana do Brasil, Batista Nacional e Assembléia de Deus.

RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS- A mulher é o centro na maioria das religiões fincadas no sincretismo da mitologia africana com a cultura brasileira, caso do candomblé e da umbanda, espalhados pelo país.

Fonte: CLAUDIA

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