segunda-feira, 8 de abril de 2013

Plano Viver Sem Limites é apresentado em Mossoró


Nathalia Rebouças/ DA REDAÇÃO
O Rio Grande do Norte é um dos estados que anunciaram adesão ao Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência - Viver sem Limites. Lançado em 2011, o objetivo é implementar iniciativas e intensificar ações  em benefício das pessoas com deficiência. Nesta tarde, o plano foi apresentado em Mossoró e contou com a presença de representantes do poder executivo, legislativo, além de diversas entidades ligadas a defesa desses grupos.
O evento foi comandado por apoiadores institucionais, da Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal. Segundo Garibaldi Pessoa, apoiador, a vinda deles aos municípios têm como objetivo promover as ações que já foram desenvolvidas pelo plano, além de esclarecer sobre o que pode ser feito. “Apresentamos aqui como serão feitas as parcerias com os governos estadual e federal”, explica.
Durante a apresentação do plano, a prefeita Cláudia Regina anunciou que o município vai aderir.  “A causa é justa e nós estamos aqui anunciando a adesão da Prefeitura de Mossoró”, enfatizou.
O apoiador institucional Garibaldi Pessoa esclareceu que cada município é selecionado a partir de critérios definidos. “Não existe apenas um critério, são vários. Nós selecionamos de acordo com as demandas e a situação de cada município nesse contexto”, diz Garibaldi.
Segundo dados do IBGE, Censo 2010, o Brasil possui 45 milhões de pessoas com deficiência. A apoiadora institucional Cleonice Pereira afirmou que em alguns municípios, o percentual de pessoas inclusas nesse grupo chega a até 38%. “Já o RN é o estado do país que soma o maior número de pessoas com deficiência, proporcionalmente”, complementa Pessoa.
A presidente do Conselho Municipal das Pessoas com Deficiência, Lúcia Aquino, esteve presente na assinatura do Plano, em Natal, em 2012, que contou com a presença da Governadora Rosalba Ciarlini.  Lúcia destacou que alguns projetos foram anunciados tais como: crédito bancário de acessibilidade, projeto de moradia com casas adaptadas, financiamento de automóveis com adaptação, além de transporte público. “Precisamos que o direito saia do papel, queremos a inexistência de barreiras”, defende.
 Fonte: De Fato

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